segunda-feira, 1 de agosto de 2011

On 11:16 by Alex Matheus in    No comments
1-Após uma briga com sua sogra, o sujeito sai furioso de casa e se depara com uma cigana que começou a ler sua mão.
— Vejo aqui que o senhor tem problemas com uma pessoa da família, e em breve esta pessoa irá morrer! E será de morte
violenta.
— E eu vou ser absolvido?

2-No confessionário, chega um sujeito cabisbaixo e diz:
— Padre, o senhor soube que o Mário morreu?
— Que tristeza, filho... Mas o que aconteceu com ele?
— Ele estava dirigindo o seu carro esportivo em direção à minha casa a toda velocidade e, quando ia chegando e tentou parar, os freios falharam e o carro se chocou no poste.
— Mário foi lançado pelo teto solar, voou uns 10 metros e acabou se arrebentando contra a janela do meu quarto, no segundo andar!
— Ave Santíssima, que modo horrível de morrer!
Não padre, ele sobreviveu. E então, no chão do meu quarto, todo arrebentado, sangrando e coberto de vidro, ele tentou se levantar segurando na maçaneta do meu guarda-roupa, que é muito pesado e acabou desabando em cima dele, quebrando vários ossos do seu corpo.
— Pobre Mário! Que morte terrível!
Não padre, isso machucou muito, mas não o matou! Com muito esforço, ele conseguiu sair debaixo do guarda-roupa, engatinhou até a escada, tentou se levantar apoiando-se no corrimão, mas o peso dele quebrou o corrimão e ele desabou por toda a escada, ficando estatelado no chão com um ferro do corrimão fincado em sua barriga...
— Meu Deus... Mas que horror morrer assim!
Não, padre! Ele não morreu! Ele conseguiu arrancar o pedaço de ferro de sua barriga, engatinhou até a cozinha e tentou se levantar apoiado no fogão, que também não agüentou o seu peso e caiu sobre o pobre coitado... E o pior de tudo é que eu tinha deixado um bolo assando no forno! Ele não agüentou o calor, juntou todas as forças e jogou o forno contra os armários.
— Depois disso ele abriu a geladeira para aliviar as queimaduras com gelo, mas tropeçou e acabou caindo dentro dela, em cima dos comes e bebes, se machucando ainda mais com as prateleiras, e lá ficou, todo ensangüentado...
— Que morte sofrida! Nossa Senhora!
— Não, não! Ele conseguiu sobreviver a isso, padre! Alguns minutos depois ele acordou com muito frio, queimado e com inúmeros ferimentos, viu o telefone na parede e reuniu suas últimas forças para tentar pedir ajuda.
— Apoiou-se na parede tentou alcançá-lo, mas, ao invés do telefone ele pôs a mão na caixa de fusíveis e zap! Dez mil volts passaram por ele, fazendo-o cair duro...
— Ave Maria! Que fim terrível!
Não, padre! Isso não o matou. Ele se levantou e...
— Espere aí, meu filho! Afinal, como foi que ele morreu?
— Padre... Eu dei um tiro nele... Por isso estou aqui...
— Mas meu filho, você ficou maluco? Por que você atirou no pobre coitado do Mário?
— Ah padre, o cara estava destruindo a minha casa

3-Joãozinho chega para a mãe e diz:
— Mãe, é verdade que na nossa família todo mundo morre de repente? Mãe... mãe... manhêêêêêêêêêêê!

4-O médico chega para um paciente e diz:
— Lamento lhe informar, mas o senhor vai morrer dentro de pouco tempo.
— Oh, meu Deus! Que notícia terrível! Quanto tempo eu ainda tenho de vida?
— Dez...
— Dez, o quê, doutor? Dez meses? Dez semanas? Dez dias?
— Nove... oito... sete...

5-Jacó está no seu leito de morte e Sara ao seu lado segura a sua mão.
— Sara, eu estou morrendo... — diz ele com voz rouca.
— Calma Jacó, eu estou aqui do seu lado, como sempre!
— Sara, me diz uma coisa, quando nós vivíamos na Polônia e os camponeses da vila vizinha invadiram e queimaram a nossa casa, você estava comigo?
— Mas claro, Jacó! Eu estava com você sim!
— Sara, e em 42, em Paris, quando aqueles bandidos nos capturaram, você estava comigo?
— Claro que sim, Jacó! Eu sempre estive ao seu lado!
— E quando fomos levados para Ausschwitz, você estava comigo?
— Estava sim!
— Puta que o pariu, Sara! Você me dá um azar do cacete!

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